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Archive for the ‘Nascar’ Category

Em momentos como sábado passado percebo como meus interesses e os de boa parte dos fãs da Nascar são distantes. Os superovais de Daytona e Talladega me entendiam completamente. Se as provas da Sprint Cup já sofrem habitualmente pela duração excessiva isto vale em triplo em Daytona onde absolutamente nada que acontece antes das duas voltas finais importa.

Não existe habilidade alguma num lugar como Daytona e o único elemento interessante é ver os pilotos negociando alianças ao longo da prova. Para quem curte acidentes enormes, estes são sempre inevitáveis ali e certamente há de ter saído satisfeito de uma prova de sábado. O problema de Daytona (e Dega) é que para a habilidade dos pilotos voltar a ser importante seria preciso retirar as restriction plates e permitir que os carros aumentassem a velocidade (e como contrapartida obrigá-los a usar freios nas curvas e provavelmente impedir que tivéssemos estes amontoados de carros andando em bloco), mas isto não seria seguro a não ser que as pistas fossem muito mais planas (e os fanáticos ficariam horrorizados se Daytona virasse Pocono 2.0).

Um resumo do que importa na Daytona 400:
– A 15 voltas do final a direção inventa uma bandeira amarela tão artificial que aparentemente a TV americana nem tentou justificar e os quatro primeiros colocados (Tony Stewart, Danny Hamlin, Kyle Busch e Jimmie Johnson) e de longe os quatro carros mais competitivos do dia perderam a vantagem que tinham do resto do grid.
– Como em um lugar como Daytona, amarelas levam a mais amarelas, Scott Speed (que vinha acima da sua média) leva uma porrada e roda e temos uma nova amarela que garante uma relargada no fim da prova.
– Os quatro melhores carros tomam a frente.
– Kyle Busch se afoba e ultrapassa Tony Stewart na penúltima volta no lugar de esperar para dar o bote no final.
– Tony tenta devolver a ultrapassagem já no começo da última volta, mas Kyle manobra bem para fechar a porta. Quando Tony tenta novamente Kyle perde o tempo para fechá-lo e acaba acertado rodando.
– A partir daí como os carros estão muito próximos estabelece-se a confusão e todas as posições abaixo de Stewart se tornam uma loteria de acordo com quem manobra melhor no meio da zona. Até Kyle termina cruzando a linha de chegada (em 14º) graças a porrada que leva de Kasey Kahne (Buschinho ainda levaria uma última porrada do seu companheiro Joey Logano).

No fim, resta um Tony Stewart absolutamente constrangido na sua entrevista na victory Lane, mas o público delira. A Sprint Cup proporciona algumas das melhores provas do ano, mas em Daytona – sua pista mais famoso – todos os preconceitos que levantam contra ela parecem se afirmar.

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Mark Martin ultrapassa Jimmie Johnson em Michigan

Mark Martin ultrapassa Jimmie Johnson

O que faz uma boa prova de automobilismo? Creio que existam muitas possíveis respostas, mas a Nascar certamente acredita muito de que uma chegada impressionante é a resposta. Neste sentido a prova de Michigan neste último domingo foi um grande sucesso. Com uma última volta eletrizante como sempre acontece quando todos os pilotos passam a correr com a preocupação de poupar combustível. É o grande paradoxo a corrida se torna mais interessante na medida em que os pilotos precisam juntar agressividade e cautela.

Nestes caso a emoção veio muito em virtude dos detalhes da pontuação da categoria, como Jimmie Johnson está mais do que seguro dentro da Chase (a série de 10 provas finais onde os 12 melhores da temporada regular disputam o título) pode-se dar o luxo de ser agressivo contra o líder Greg Biffle já que para Johnson vencer e levar os pontos extras na fase final valiam o risco de terminar em 20º. Caso o combustível terminasse. Resultado: Johnson pressionou Biffle e ultrapassou, mas entrou em pane seca no começo da última volta, Biffle retomou a ponta, mas como fora obrigado a forçar seu carro para lutar contra Johnson começou a perder a velocidade ao longo da volta e Mark Martin acabou ficando com a vitória enquanto um lento Biffle cruzou em quinto. Com isso o veterano Martin conquistou sua terceira vitória este ano o que lhe devolveu para os dois primeiros (e o deixa empatado com Kyle Busch em numero de vitórias).

Interessante é que salvo justo pela tensão das suas voltas finais a prova de 400 milhas foi uma das procissões mais entediantes da temporada. Com Johnson e Biffle se alternando na ponta, mas muitos poucos momentos de interesse. Michigan – um oval que sempre rendeu boas provas de monopostos – se adaptou muito mal aos novos carros da Nascar e vem rendendo provas bem chatas. Nada que afete a categoria que anuncia seu final eletrizante.

Na briga particular pela liderança do campeonato e também de piloto mais regular da temporada, Jeff Gordon levou a melhor sobre Tony Stewart e transformou o que parecia uma prova perdida num 2º. Lugar, já Stewart – que segue líder – foi o sétimo. Juan Pablo Montoya fez outra excelente prova e chegou em 6º., vale dizer que com isso conquistou seu sexto top 10 no ano em 15 provas, o mesmo numero que obtivera na sua melhor temporada completa. Dentro dos demais membros da turma dos monopostos, o melhor foi Robby Gordon com um excelente 17º, Sam Hornish Jr não manteve a boa forma recente e chegou duas voltas atrás em 29º, enquanto Marcos Ambrose foi 31º, John Andretti 33º e Max Papis foi o 35º. Já Scott Speed e A.J. Almendinger tiveram longos períodos parados nos pits e chegaram em 37º e 39º respectivamente.

Por fim, vale lembrar que este fim de semana no circuito de Infineon em Sonoma acontece a primeira das duas provas em circuito misto da temporada. Boa oportunidade para quem quer ver como os pilotos da categoria se saem quando tem que virar o volante para os dois lados.

1 Tony Stewart 2189
2 Jeff Gordon 2142 -47
3 Jimmie Johnson 2047 -142
4 Kurt Busch 1961 -228
5 Ryan Newman 1934 -255
6 Carl Edwards 1927 -262
7 Greg Biffle 1913 -276
8 Mark Martin 1868 -321
9 Kyle Busch 1860 -329
10 Denny Hamlin 1849 -340
11 Matt Kenseth 1848 -341
12 Jeff Burton 1810 -379

13 David Reutimann 1807 -382
14 Juan Pablo Montoya 1767 -422
15 Kasey Kahne 1719 -470

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Tony Stewart lidera a Sprint Cup em sua primeira temporada como dono de equipe

Tony Stewart lidera a Sprint Cup em sua primeira temporada como dono de equipe

Após 14 provas, vale a pena dar uma geral por equipe na temporada Sprint Cup:

Hendrick – A temporada não podia ser melhor para a maior equipa da Nascar. Jimmie Johnson segue sendo lado a lado com Kyle Busch o melhor piloto da categoria, Jeff Gordon faz sua melhor temporada em anos e o veterano Mark Martin vem andando muito apesar do azar. De negativo só a performance de Dale Earnhardt Jr, mas o piloto cumpre sua função que é traz milhões de patrocínio e sua nação de fãs vai seguir acreditando nele. Resultado é que entre o quarteto da Hendrick e carros preparados para equipes-clientes, a Hendrick venceu 7 das 14 etapas do campeonato até aqui.

Stewart Haas – Ninguém imaginava que seria tão rápido, mas a aventura de Tony Stewart como dono de equipe já pode ser considerada um grande equipe. A vitória de Steawrt no último domingo em Pocono é a primeira de um piloto dono de equipe em mais de dez anos (Sytewart já havia vencido antes no festivo All Star Race). Stewart lidera o campeonato e seu companheiro Ryan Newman é quarto. Além disse os dois provavelmente são os mais constantes pilotos da temporada com presença quase semanal no top 5.

Roush – O principal time da Ford começou o ano muito bem com duas vitórias de Matt Kenseth, mas desde então as coisas não vem tão bem. Carl Edwards após as 9 vitórias ano passado ainda está em branco. Edwards, Greg Biffle e Kenseth estão em 6º., 7º. e 8º. respectivamente, mas a Roush poucas vezes comparece com perigo mantendo apenas a constancia com pelo menos dois carros no top 10 a cada semana. Enquanto isso David Ragan faz péssima temporada e é o piloto mais mal classificado entre os que correm nas equipes de ponta e Jamie McMurray faz o que se espera dele e fico no meio do pelotão.

Joe Gibbs – Ano passado a Gibbs colocou seus três carros na Chase, com a saída de Tony Stewart e a chegada do garoto Joey Logano ninguém esperava a mesma performance, mas os resultados não deixam de ser um pouco decepcionante. Busch segue combativo como nunca, sempre entre os primeiros e o único piloto com três vitórias, mas vem tendo problemas com freqüência e Denny Hamlin se segura na Chase no momento por apenas um ponto. A melhor noticia é que Logano após o típico começo difícil dos rookies vem andando muito bem.

Richard Childress – Com a entrada em cena da Stewart Haas e várias equipes médias subindo de produção todas a equipes de ponta fora a Hendrick vem penando um pouco, mas nenhuma mais que a Childress. No momento somente Jeff Burton está dentro da chase e eu não me surpreenderia nem um pouco se a equipe terminar sem nenhum piloto lá. Clint Bowyer após um ótimo começo de temporada está em queda livre e o ótimo Kevin Harvick segue com um ano desastroso (é somente o 26º.). Com exceção de Burton, o único piloto da equipe cuja performance segue dentro das expectativas é Casey Mears, está lá para ser o carro para constar da equipe e faz isso bem (esta no momento 80 pontos a frente de Harvick).

Penske – O novo motor da Dodge é um grande alento para a Penske. Kurt Busch realiza sua melhor temporada desde o título de 2004, venceu uma e é figura presente entre os primeiros (apesar de um tanto de azar recente). Sam Hornish parece finalmente ter se encontrado na categoria e começa a pescar top 10s (antes só lembrávamos dele quando causava acidentes). David Stremme veio tapar buraco e pouco faz. A maior previdência de Roger Penske deveria ser encontrar um bom substituto ali até porque apesar de melhorar Hornish ainda não é piloto para brigar por vaga na Chase.

Michael Waltrip – A grande surpresa da temporada é a equipe do irmão de Darrell Waltrip. Quando Waltrip – um piloto medíocre com bom sobrenome – lançou sua equipe em 2007 passou vergonha. A média de não classificação do trio de carros da equipe era superior a um por prova. Agora, David Reutimann está dentro da Chase e o australiano Marcos Ambrose faz excelente temporada. A decisão de contratar Steve Hallam, ex-engenheiro da McLaren parece vital para atual fase da equipe. O próprio Waltrip impede que todo o trio funcione, mas o rumor atual é que ele deve se substituir no #55 com Martin Truex Jr ano que vem e participar só de provas ocasionais. Não será o primeiro piloto fraco ao encontrar a sua vocação no comando de uma equipe.

Earnhardt Ganassi – A associação entre Teresa Earnhardt e Chip Ganassi vem surtindo efeitos. Juan Pablo Montoya faz a sua melhor temporada e tem chances de entrar na chase e Martin Truex Jr segue muito constante.

Richard Petty – É uma espécie de Williams da Nascar, um passado glorioso e um presente crepuscular. Ao menos Kasey Kahne vem andando melhor nas últimas semanas, talvez por conta de finalmente estrear o novo motor da Dodge, talvez porque a Budweiser ameaçou em público retirar o patrocínio do carro. Khane tem alguma chance na Chase, AJ Almendinger tem momentos, mas segue muito irregular, Reed Sorrenson não está á altura do passado do #43 e às vezes me esqueço que Elliot Sadler está na pista.

Red Bull – Brian Vickers mantém a Red Bull competitiva sozinho. Já Scott Speed na sua primeira temporada com exceção de Talladega segue mal terminando com freqüência 4 ou 5 voltas atrás do líder. Speed sequer se manter no Top 25 para garantir a posição no grid independente dos treinos.

Yates – Não há equipe mais entediante do que a Yates, eles não correm risco algum de cair fora do Top 35, mas seus pilotos nunca fazem nada para chamar a atenção. Bobby Labonte é o 28º. e Paul Menard o 33º. e as posições refletem onde eles estão semana após semana.

Robby Gordon – É difícil não simpatizar com Gordon e sua pequena equipe. Contanto que Gordon se mantenha no Top 35 sua temporada será ótima e atualmente ele está em 34º.

Front Row – John Andretti vem se segurando a frente de Scott Speed no Top 35 e com isso a Front Row segue acima das expectativas.

TRG – David Gilliand vem se classificando para as provas com freqüência e as vezes andando até bem.

NEMCO – A cada prova uma pergunta inevitável é quantas voltas Joe Namechek vai levar.

Phoenix – Brad Kaselowski venceu Talladega com um carro preparado pela Hendrick, já é muito mais que a equipe esperaria no começo da temporada.

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Kyle Busch liderou 173 das 228 voltas, mas não levou

Kyle Busch liderou 173 das 228 voltas, mas não levou

Kyle Busch liderou 173 das 228 voltas da Coke 600 mais longa prova da temporada Nascar. David Reutimann não liderou uma única volta sobre bandeira verde. Reutimann venceu a prova. Reutimann que realiza excelente campeonato estava numa das suas provas mais apagadas quando a chuva começou a cair em Charlotte, enquanto todos os pilotos da ponta aproveitaram a bandeira amarela para abastecer na expectativa que após algumas voltas o tempo normalizaria, enquanto Reutimann, Ryan Newman (que largara na pole e fizera um festival de besteiras ao longo da prova) e Robby Gordon (que estava para tomar uma volta) ficaram na pista. O tempo não melhorou e a bandeira vermelha foi acionada. O que se seguiu foi uma espera interminável enquanto uma visivelmente constrangida direção de prova se recusava a declarar Reutimann o vencedor. Curiosamente foi a segunda prova que Busch perdeu na mesma semana desta maneira (Mike Bliss não foi para o pit e levou a corrida da Nationwide Series no sábado).

A Nascar costuma ter bom senso bem superior a Formula 1 e ao contrario do que muitos imaginam tem muito pouco de loteria, salvo justamente pelas provas encurtadas pela chuva. Uma medida bem simples resolveria o problema: reverter o resultado em caso de bandeira vermelha para a última volta sobre a bandeira verde. Simples e prático e não muito diferente da regra atual que prevê duas voltas de bandeira verde ao fim da prova que está sob amarela na última volta prevista. No topo da prova terminariam os pilotos mais competitivos do dia Busch, Kasey Kahne, Brian Vickers, Jimmie Johnson e Juan Pablo Montoya e evitaríamos uma espera inútil de mais de duas horas para o anuncio do vencedor.

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Jimmie Johnson e a Hendrick engoliram seus adversários em Darlington

Jimmie Johnson e a Hendrick engoliram seus adversários em Darlington

A primeira vista a 11º. Etapa da Sprint Cup teve pouco de emocionante. Seis dos sete primeiros colocados eram carros preparados pela Hendrick (três dos quatro carros oficiais da equipe, mais os dois carros de Tony Stewart e um carro extra comandado por Brad Kaselowski). Na verdade o último terço da prova se transformou num grande duelo de estratégias diferentes onde a Hendrick deu um grande nó tático em seus adversários. Azar de Martin Truex Jr (6º.) e Greg Biffle (8º.) que visivelmente tinham carro para disputar a vitória.

O vencedor foi o veterano Mark Martin – que finalmente conseguiu entrar entre os 12 carros da chase –, mas o grande destaque foi o tricampeão Jimmie Johnson que depois de se acidentar nos treinos largou em último com um carro reserva que nunca tinha ido para a pista e fez uma prova muito agressiva (em certos momentos parecia até Kyle Busch) para chegar em segundo. Destaque também para o jovem Joey Logano que depois de algumas provas difíceis parece finalmente se acertar na Sprint Cup e fez outra boa prova terminando em nono e esteve sempre nas primeiras posições.

Alguns dos destaques da temporada tiveram pouca sorte. David Reutimann vinha bem com boas chances de somar outro top 10 quando se envolveu em acidente e terminou em 29º. Enquanto a Penske teve noite difícil, Kurt Busch – seu mais combativo piloto – teve dificuldades e andou sempre no alto do Top 20 (terminou em 16º.). Sam Hornish ameaçava fazer outra prova boa quando resolveu voltar à forma do ano passado e acumulou uma besteira atrás da outra e foi 30º. Enquanto David Stremme fez prova frustante com seu #12 subindo sempre de posições, errando e voltando lá para trás (acabou em 24º.).

Os dois pilotos mais polêmicos da categoria também não vão querer se lembrar deste fim de semana. Um absolutamente apático Dale Earnhardt Jr. se arrastou até um 27º. Lugar enquanto o resto da Hendrick dominava a prova. Já Kyle Busch fazia seu show habitual entre os primeiros quando teve problemas e perdeu umas 30 voltas nos boxes. Antes na sexta-feira Kyle já sofrera na prova da Nationwide em que liderou 140 das 152 voltas, mas teve um pneu um furado no fim.

Fazendo um pequeno boletim sobre a turma dos monopostos: Juan Pablo Montoya foi curiosamente constante andou o tempo todo em vigésimo independente de quem estava a sua frente ou logo atrás, se fosse uma prova de regularidade teria ganhado fácil. Não há melhor das provas do colombiano, mas ele segue próximo das vagas da Chase. A.J. Allmendinger lutou muito para salvar um 17º., enquanto Scott Speed (26º.) e Robby Gordon (28º.) se arrastaram entre os últimos que não passaram longos períodos nos boxes. O ótimo australiano Marcos Ambrose (33º.) e Max Papis (35º.) tiveram problemas.

Top 10 da prova:
1) Mark Martin (Hendrick)
2) Jimmie Johnson (Hendrick)
3) Tony Stewart (Stewart-Haas)
4) Ryan Newman (Stewart Haas)
5) Jeff Gordon (Hendrick)
6) Martin Truex Jr (Earnhardt-Ganassi)
7) Brad Kaselowski (Hendrick)
8) Greg Biffle (Roush)
9) Joey Logano (Joe Gibbs)
10) Matt Kenseth (Roush)

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Apresentação

Paul Di Resta na prova da DTM em Brands Hatch ano passado

Paul Di Resta na prova da DTM em Brands Hatch ano passado

Faz alguns meses que considero abrir o blog, mas como já tenho dois (um dos quais tenho dificuldades de manter atualizado) sempre adiava. A idéia é tentar manter uma cobertura ampla de Formula 1, IRL, GP2, DTM e Nascar (apesar de não prometer comentários detalhados de todas as provas da Sprint Cup), com algumas outras categorias recebendo alguma atenção (certamente Le Mans e, por aqui tanto a Stock quanto a GT3).

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